Cidades

Santa Casa Fernandópolis, sem rumo e fundos, precisa de uma solução radical; é Natal; sede da UB em Fernandópolis

A coluna Humores e Rumores analisa a situação da Santa Casa Fernandópolis e traz outros pitacos

Santa Casa Fernandópolis, sem rumo e fundos, precisa de uma solução radical; é Natal; sede da UB em Fernandópolis

SEM RESPOSTAS
“A realidade do hospital aponta para caminho sem solução”. A frase proferida pelo juiz Vinícius Bufulin, em decisão que faz parte do processo de intervenção da Santa Casa Fernandópolis, é reveladora. Não que seja surpreendente, mas no mínimo escancara, num poder de síntese admirável, uma verdade que parece sem contestação. Nosso hospital de referência é inadministrável. O próprio juiz admite.

SÓ POR DEUS
Bufulin continua. “Deus, sorte e a boa atuação de alguns (não de todos) colaboradores permitiram que vidas fossem salvas, mas muitas certamente se perderam e lesões foram causadas em meio a bagunça, ao descaso dos administradores, a falta de insumos, a desvios de valores, a contratação de funcionários incompetentes e apadrinhados, a presença de médicos que descumpriam repetidamente o juramento de Sócrates”.

PREJUÍZO
No resto da decisão o juiz discorre que mesmo com a intervenção e o hospital livre de corrupção houve prejuízo de R$ 2 milhões no período de pandemia.

SEM SOLUÇÃO
A situação da Santa Casa é caótica e a comunidade fernandopolense parece não encarar o problema com a seriedade devida. Houve administradores de dentro e de fora, juiz, MP, chinês – competente por sinal -, brasileiro, forasteiro, intervenção, hospital com pronto socorro hospital sem pronto socorro, mais dinheiro e lotação pela pandemia, dinheiro com pouca lotação, pouco dinheiro e muita lotação, revisão de contratos, extinção de contratos, alunos da UB, sem alunos da UB, operações da PF, prisões, solturas e toda uma sorte de coisas.

E O QUE MUDOU?
Nada, absolutamente nada.

SEM SAÍDA
Temos um hospital que não se paga, um modelo falido e um problema do tamanho do mundo para resolver. Em Votuporanga a Santa Casa faz a gestão da saúde municipal, em Jales o que existe ali é quase um hospital particular. E nós, que caminho – dado que os atuais não dão certo -, vamos tomar? Admitir que não temos capacidade para um hospital deste tamanho e, tal qual as cidades menores ao redor, depender do CROSS e dos hospitais da região para levar os nossos enfermos?

É NATAL!
O trem de Natal da Rumo fez a alegria da região. Fernandópolis, que tem no FerNatal um grande acerto, precisa, e faz muito tempo, se preocupar mais com essa época do ano. Não é legal ouvir por aí que a decoração de cidades menores, como Macedônia e Duas Pontes estão melhores que a nossa. A Cultura andou legal nesse primeiro ano de nova gestão. Porém, quando chega 1º de janeiro todo mundo sabe que dia 25 de dezembro é Natal, e o planejamento precisa começar cedo. A Prefeitura e a ACIF precisam tratar melhor o assunto.

MUDANÇA DE CASA
A Universidade Brasil vai trazer a sua sede, no ano que vem, para Fernandópolis.



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