Política

Prefeito de Fernandópolis André Pessuto envia projeto para não pagar o IPREM neste ano

Se a Câmara aprovar os pagamentos não serão feitos neste ano

Prefeito de Fernandópolis André Pessuto envia projeto para não pagar o IPREM neste ano

Depois de dizer que tinha colocado os pagamentos do Instituto de Previdência em ordem durante toda a campanha eleitoral, o prefeito André Pessuto enviou o para a Câmara dos Vereadores um projeto para adiar o pagamento das dívidas do IPREM e o recolhimento previdenciário.

O prefeito usa a pandemia do novo coronavírus como desculpa. Depois de fazer vultuosos empréstimos com a Caixa Econômica Federal, Pessuto começa a não cumprir compromissos.

O projeto só foi enviado para a aprovação dos vereadores depois das eleições podendo ser avaliado como uma medida calculada para não afetar o período eleitoral e atrapalhar aquilo que o próprio prefeito falava em reuniões e vídeos da sua campanha.

Enquanto os servidores não recebem aumento real ainda correm o risco de ver as suas aposentadorias comprometidas no futuro com o não pagamento dos encargos previdenciários. 
Pessuto se escora em uma Lei Federal para propor a revogação.

Um projeto igual foi reprovado em Votuporanga pelos vereadores que não concordaram com o projeto enviado pelo prefeito João Dado que nem disputou a eleição.

“Aprovamos recentemente aqui projetos para construção do novo Paço Municipal, dinheiro para elevador, aumento de repasses para OSS... para tudo isso tem dinheiro, agora para cumprir as obrigações com os servidores não tem? É um absurdo. Aumentaram a alíquota dos servidores de 11% para 14%, ou seja, dos funcionários, tudo, da Prefeitura nada”, disse o vereador Marcelo Coienca, de Votuporanga na época que o prefeito João Dado mandou projeto semelhante. 

“O próprio prefeito disse isso e agora vem com essa?

Já está no orçamento para fazer esse pagamento, agora se está faltando dinheiro ela (Prefeitura) deveria cortar as coisas supérfluas.

Agora aprovamos recentemente R$ 20 milhões de obras e deixa para trás repasses dos servidores? É muita incoerência.

Empurra a dívida para o ano que vem porque hoje a situação está difícil e quem garante que ano que vem vai estar mais tranquilo e que o próximo prefeito vai ter condições de pagar isso?

Seria muita irresponsabilidade de nossa parte aprovar isso”, disse o vereador Osmair Ferrari encerrando as discussões.


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