Direito

Justiça condena casal acusado de matar e esquartejar advogado

Da pena de Laís, 4 anos e 2 meses são por denunciação caluniosa, já que ela tentou incriminar três rapazes que não tinham nenhuma ligação com o assassinato.

Justiça condena casal acusado de matar e esquartejar advogado

A Justiça de Araçatuba (SP) condenou o casal acusado de matar e esquartejar o corpo do advogado Ronaldo César Capelari, de 53 anos. O corpo foi encontrado dentro de três sacos plásticos, no banheiro de uma casa no bairro Água Branca, em Araçatuba, em janeiro deste ano.

O julgamento foi realizado no sábado (14) por videoconferência e cada réu esteva acompanhado de um defensor público. Antes da sentença, foram ouvidas quatro testemunhas de acusação e três de defesa.

Jonathan de Andrade Nascimento, de 21 anos, foi condenado a 29 anos e 8 meses de prisão em regime fechado. A Justiça entendeu que ele foi o responsável por assassinar e esquartejar o corpo da vítima. Já a namorada dele, Laís Lorena Crepaldi, de 20 anos, foi condenada a 23 anos, 8 meses e 20 dias de prisão. Foi ela quem atraiu o advogado até a casa. Os dois foram enquadrados no crime de latrocínio, que é roubo seguido de morte.

Da pena de Laís, 4 anos e 2 meses são por denunciação caluniosa, já que ela tentou incriminar três rapazes que não tinham nenhuma ligação com o assassinato. A denúncia foi feita a polícia logo após o corpo ser encontrado. Os três foram presos temporariamente, mas liberados após a revelação da farsa. Laís também vai responder pelo crime em regime fechado.

Crime

O advogado Ronaldo César Capelari foi assassinado em 14 de janeiro, em uma casa no bairro Água Branca. Segundo o inquérito policial, ele foi até o local para manter relações sexuais com Laís, em troca de dinheiro. Mas, quando chegou, foi atacado pelo namorado dela e morto a facadas e marteladas. Depois, o corpo foi esquartejado.

O carro do advogado foi encontrado no dia seguinte. Testemunhas que viram o carro na frente da casa de Laís entraram em contato com a polícia. A jovem foi detida e apontou três amigos como os responsáveis pelo crime, mas logo a versão foi desmentida. O namorado dela foi preso e os dois acabaram confessando o crime. Eles permanecem presos, mas ainda podem recorrer para tentar a redução da pena.


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