Direito

Jales - Juri Popular acontece nesta quinta-feira, de homens que atropelaram e mataram um rapaz em Urânia

O Crime aconteceu em 2018

Jales - Juri Popular acontece nesta quinta-feira, de homens que atropelaram e mataram um rapaz em Urânia Local onde o corpo foi enterrado na época dos fatos

Os Jurados se reúnem nesta quinta-feira (18/11) para o Julgamento dos primos Cristiano Pires e Luís Paulo Pires.

Eles são acusados de atropelar e matar  Célio José da Silva na conhecida estrada da Uva.

Após o atropelamento, os dois ocultaram o corpo de Célio em um canavial, a defesa fica sob a responsabilidade do Advogado André de Paula Viana.

Recorde o caso: o site A VOZ DAS CIDADES, participou na época da reprodução simulada, dos fatos:

A Equipe da Polícia Civil de Urânia, comandada pelo Delegado Dr Nilton Cangussu realizou hoje (26/01/18) a Reconstituição da morte de Célio José da Silva ocorrida na Estada da Uva (Jales) em 05/01/18.

Participaram também da Reconstituição o Advogado de defesa de Cristiano Pires e Luís Paulo Pires, Dr André de Paula Viana (Advogado)

 A Reprodução Simulada começou por volta das 10:30 desta manhã no local do atropelamento na Estrada da Uva em Jales, ela seguiu o roteiro conforme as declarações dos envolvidos Cristiano Pires e Luís Paulo Pires conforme seguem abaixo:

Segundo C.P, no dia 03 de janeiro estava em sua casa, quando tomou conhecimento através da esposa de seu primo, L.P, que os tios haviam sido agredidos por um homem que invadiu a casa deles, em uma propriedade rural, estes posteriormente chamaram a Polícia Militar até o local. Conta C.P,  que o agressor era o ex-namorado de sua prima, de nome Célio José da Silva, C.P, disse que não conhecia Célio, mas já havia visto algumas fotos dele.

Na sexta-feira dia 05 de janeiro, por volta das 11:30 minutos, C.P e o primo L.P, marcaram um encontro em uma cantina de um posto de combustível da cidade de Urânia, para então irem tratar dos porcos na residência da prima em sua propriedade rural.  C.P. disse que foram com sua camionete, uma L200 Triton, o primo L.P, pediu para dirigir, pois nunca havia dirigido uma camionete automática.

No caminho passaram por um elemento que apresentava características físicas parecidas com o tal agressor dos tios.

Como este indivíduo estava seguindo no mesmo sentido que eles, portando de costas, resolveram voltar para ter certeza que se tratava de Célio, quando passou em uma velocidade compatível e bem próximo de Célio, ele deve ter se assustado conta C.P, e o primo perdeu o controle da direção vindo a atropelar Célio José da Silva.

 Retornaram e colocaram Célio na caçamba do veículo na intenção de levá-lo até a Santa Casa de Urânia, ele ainda estava vivo diz C.P.

 Após colocarem o corpo na caçamba da camionete, seguiram até próximo de uma igreja ainda na Estada da Uva, e pegaram uma estrada de terra sentido à Urânia.

Próximo do pesqueiro resolveram parar para averiguar mais uma vez o estado de Célio, mas perceberam que ele já não mais respirava.

 Saíram sem rumo desesperados por ter supostamente matado Célio e resolveram enterrar o corpo em um canavial,  onde chegando tentaram mais uma vez constatar se ele realmente estava morto. 

 Arrastaram o corpo por cerca de 300 metros e enterraram em meio ao canavial, colocando palha seca para camuflar e dificultar o encontro do corpo.

 C.P, disse que pensou em se entregar a Polícia mas teve medo de ser preso, e pensou muito na família pois a esposa está grávida.

Toda versão apresentada acima foram declaradas pelos dois envolvidos  Cristiano Pires e Luís Paulo Pires, em depoimento ao Delegado de Policia Dr Nilton Cangussu, Cristiano e Paulo aguardam o Processo em liberdade.

O Advogado de defesa Dr André de Paula Viana, reiterou o que foi dito em NOTA DE ESCLARECIMENTO :

Inicialmente cabe ressaltar que os mesmos se apresentaram espontaneamente na Delegacia de Polícia Civil de Urânia ao Delegado Dr. Nilton Moreira Cangussu e estão colaborando com as investigações na elucidação do caso, estando à disposição da Justiça. Ressalta a Defesa que os investigados são primários, com bons antecedentes e boa conduta social, têm residência fixa na Comarca de Urânia, são funcionários registrados e arrimo de família. Os ora investigados declararam em seus respectivos interrogatórios que não praticaram, tão pouco confessaram a prática do crime de homicídio contra Célio José da Silva. Esclareceram os mesmos a autoridade policial de Urânia, que o evento morte foi resultado de um acidente de transito, que prontamente socorreram a vítima, mas, infelizmente não foi possível evitar o resultado morte. Urânia – SP, 12 de janeiro de 2.018 André de Paula Viana OAB/SP n. 236.293 O site agradece ao Delegado Dr Nilton Cangussu e Equipe, bem como o Brilhante Advogado Dr André de Paula Viana pela confiabilidade no Portal de Notícias - A VOZ DAS CIDADES.     


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