Direito

A Pergunta é, qual o seu grau de Confiança na Justiça Brasileira ?

Lançamento da pesquisa JUSbarômetro: A Visão da sociedade sobre a Justiça

Sugestão de Reportagem: Juíza de Jales - Maria Paula Branquinho Pini

O site A VOZ DAS CIDADES, recebeu da Doutora Maria Paula, uma sugestão que veio em boa hora, uma pesquisa de avaliação do Sistema Judiciário Brasileiro em Especial a Justiça de São Paulo, com relação aos índices de confiabilidade.

Pelo extenso vídeo que vai acima na reportagem, seria interessante que todo Cidadão Brasileiro tivesse a paciência de assisti-lo integralmente.

Ainda que todos os interlocutores, estejam de forma comum, "satisfeitos" com os índices do Judiciário como um todo, também é comum a todos, que a Comunicação com a Sociedade, deva ser cada vez mais próxima e acessível, na opinião deste modesto Bacharel em Direito, o Judiciário ainda é rançoso ou fechado.

Além das pesquisas apontarem, que os prazos processuais é extremamente extensos o que faz nos dar uma sensação de impunidade, a minha maior bronca e de muitos Advogados, é uma primeira análise de uma Lide que chega ao Judiciário e são rechaçadas com a "devolução" de coisas que chegam ser absurdas, isto se dá provavelmente por que os Processos em um primeiro momento são analisados por "Escreventes" ou até mesmo "Estagiários", um belo exemplo disso são meses discutindo assistência Judiciária entre outros assuntos.

O que me chamou atenção e parece ser uma nova tendência, são as Audiências e processos completamente remotos, EU fiz questão de dar print nas telas do Vídeo que fui assistindo, para que os nobres leitores também possam acompanhar os principais pontos da pesquisa do JusBarômetro.

Magistrados defendem comunicação positiva sobre sistema de Justiça

Um dos principais pontos levantados pela pesquisa “JusBarômetro: A visão da sociedade sobre a Justiça” — cujos resultados foram divulgados em seminário online nesta segunda-feira (17/5), evento promovido em parceria entre a TV ConJur e a Apamagis — é a de que, quanto maior o conhecimento que o cidadão tem do sistema de Justiça, melhor é a sua avaliação.

Pesquisa apontou que quanto maior o grau de informação do cidadão melhor a sua percepção sobre o sistema de Justiça

Reprodução

 

A necessidade de melhorar a comunicação das iniciativas e prestação de serviços do Judiciário foi abordada por representantes de entidades de classe, desembargadores e ministros.

A presidente da Apamagis, Vanessa Mateus, lembrou de evento recente, também transmitido pela TV ConJur, em que apontou o incômodo que os magistrados sentem em relação à forma como a classe é retratada pela mídia.

“Na época do evento sobre as relações entre o Judiciário e a imprensa eu fiz quase que um desabafo sobre como os juízes têm sido caracterizados pela mídia brasileira. E isso tem nos dado um desânimo muito grande. O juiz tem sido retratado na imprensa sempre de forma pejorativa e negativa. E a imensa maioria dos juízes são pessoas sérias, trabalhadoras, probas e que se doam pela magistratura”, defendeu.

Ela defendeu que as entidades de classe têm que explorar essa percepção positiva que as pessoas têm do Judiciário para que eles tenham um quadro mais realista da opinião do que as pessoas têm sobre ele.

“Tanto o TJ-SP como o Judiciário como um todo se saiu muito bem nesse período de pandemia. Mas, a população sabe disso? É preciso levar a sociedade essas informações. Temos o dever de melhorar o conhecimento do Judiciário para o cidadão que usa e também daquele que não usa o Sistema de Justiça”, afirmou o presidente do TJ-SP, Geraldo Pinheiro Franco.

Ele destaca o Judiciário Paulista tem se notabilizado pela celeridade, mas que é preciso avançar na divulgação dos nossos projetos em prol da defesa da mulher e do sistema carcerário. “Precisamos de uma pauta positiva maior. Os resultados da pesquisa nos dão um incentivo para melhorar ainda mais”, defendeu.

A presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Renata Gil, defendeu a importância do movimento associativo para a construção da Justiça do futuro e defendeu a simplificação da linguagem utilizada pelos magistrados para aproximar ainda mais a população do Judiciário.

“A sociedade parece estar sempre insatisfeita com a Justiça. Uma pesquisa dessas desmonta esse discurso falacioso. A comunicação é muito importante para diminuir essa percepção errônea. Uma de nossas iniciativas é uma cartilha de juridiquês. Ainda nos comunicamos de forma truncada e precisamos melhorar”, explica.


 

 

Sugestão de Reportagem - Juíza Maria Paula Branquinho Pini


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